Grafipar, a editora que saiu do eixo


No final da década de 1970, Curitiba se tornou a sede da principal editora de quadrinhos nacionais. A produção era tão grande que se formou até mesmo uma vila de quadrinistas. No livro Grafipar, a editora que saiu do eixo, eu conto em detalhes essa história. O livro inclui também algumas HQs publicadas na época e análise das mesmas.
Pedidos: profivancarlo@gmail.com.

Comentários

  1. Eu adorava cada revista da |Grafipar e idolatrava seus criadores geniais. Pena que acabou no marasmo da década de 90, tão prolixa e vazia de títulos eróticos - prazeirosos, diga-se de passagem, kkkkkk! - com tanta demanda. Eu tenho uma coleção completa de cada edição publicada por essa editora fenomenal tão brazuca em sua generalidade, tão deliciosos "grafismos artisticos" e pelas histórias de cada uma que li. Grafipar está na constelação de minhas editoras favoritas de humor negro, pornografia decente, sexo em quadrinhos e arte sacana sem neuras! Aposto que a midia de fora sequer fala dela...triste constatação. Sexo consciente e tabus congeneres ainda engatinham num país desmazelado e de estados nacionais idem...sem falar na falta de leitura de tal gênero entre nós. Sensualidade sadia e pornografia viva sempre me foram a melhor parte da vida, acredito imenso nisso, mas ficar sem revistinhas como as da Grafipar ( e de tantas outras editorazinhas "lindas" menores que sumiram...afe! ) que nos deram tanto prazer...é dose!!!

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